Mensagem das autoras

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terça-feira, 7 de abril de 2009

A minha estória com coelhos

Praticamente desde sempre que me lembro de a minha avó ter coelhos de criação em casa, e sempre que havia ninhada lá em casa era uma festa. Os pobres bichos nunca se safavam de me aturar e se fosse preciso passava horas a olhar para eles.

Por volta dos 7 ou 8 anos, não sei porquê, meti na cabeça que queria ter um coelho em casa (já nem eu me lembro, nem a minha mãe). A minha mãe ficou desgostosa porque o máximo de animais que tínhamos em casa eram pássaros e não tínhamos condições para ter coelhos, até que em conversa com uma colega de trabalho soube da existência dos coelhos anões.

Para minha sorte, essa colega tinha tido uma ninhada e até estava a vendê-los, mas eu recebi uma coelhinha à borla. Era uma arraçada, branca com manchas castanhas e uma reguila de primeira, que nunca chegou a ter nome definido mas ficou com algo parecido com Jákiná. A coelhinha durou anos e anos e chegou a ter uma ninhada de coelhos lindos (um preto, um caramelo e três malhados), mas infelizmente fugiu e foi atacada por um cão.

Recentemente, cerca de 14 anos após a primeira vez que tive a ideia de ter coelhos, resolvi tê-la de novo. Sou a primeira a admitir que o desejo foi despoletado por causa de uma série de tv, em que uma das personagens adoptou um bélier branco, mas a verdade é que quanto mais pesquisava, mais queria um coelho.

Saiu-me uma coelha, a Sushi, uma rafeirinha branca com manchas pretas que nasceu dia 02/08/08. Infelizmente, por ter saído cedo demais da mãe, morreu um mês depois de estar comigo, no dia 14/10/08. Acho que sempre me vou culpar por não ter pedido ao criador para ficar com ela até aos 2 meses e é uma das razões porque sou tão a favor dos 2 meses.

Finalmente, no dia 19 de Outubro, decidi ir em busca do coelhinho seguinte, e até já tinha tudo idealizado: queria um coelho (macho, já que sempre tive fêmeas), de preferância cor de caramelo e de orelhas erectas. E como todos sabem, calhou-me uma mini lop preta, mas depois de a ver foi-me quase impossível olhar para outros.

Actualmente ela conta com cerca de 8 meses, 6 deles passados connosco e espero que fique mais 10 anos.

E agora, como é que os leitores decidiram ter um coelho? Foi impulso de compra por ver na loja, uma decisão tomada porque um amigo tinha, algo muito pensado durante meses...?

4 comentários:

  1. vou contar a minha hisrótia:

    Tudo começou com uma necessidade pessoal minha. A minha psicóloga aconselhou-me a ter um animal, de preferência um cão ou gato. Isto tudo para ganhar formas de comunicar, interagir, prestar cuidados, etc.
    Decidi-me primeiro pelo cão. Mas, os meus pais não me deixaram. Andei anos atrás deles e decidi desistir. Depois, veio o gato. Esteve em minha casa dois dias, tendo morrido com um vírus muito grave causado pela falta da mãe, o que não lhe fortaleceu o sistema imunulógico. Fiquei devastada e não queria ter mais animais. Achei que a culpa era minha e que não tinha prestado os cuidados devidos ao gatinho. Mas, isso não era verdade.
    Passado um tempo, a minha irmã farta de me ver em baixo, triste e sem companhia em casa, decidiu propor-me a escolha de um coelho como animal de estimação. Eu, inicialmente, fiquei céptica. Depois comecei a pensar melhor... Falei com os meus pais que me disseram que podia tê-lo e as coisas começaram a compor-se. Pesquisei então durante meses e meses, registei-me no fórum do coelho anão e comprei livros sobre o assunto. Queria informar-me ao máximo e aprender tudo o que fosse preciso. Posto isto, senti-me preparada e achei que um coelho me iria ajudar muito a superar alguns problemas.
    Comecei então a juntar € durante dois meses e tal (eu mais o Rafa, o meu namorado). Juntámos à roda de 130€ e comprámos o coelho e a logística toda com esse €. Fiquei muito feliz pois tinha conseguido tornar um desejo meu realidade única e exclusivamente com o meu esforço e com o esforço de uma pessoa que gosta de mim de verdade.
    Hoje em dia, tenho o Floppy desde o dia 14/03/2009 (quase 1 mês) e não podia estar mais feliz ! Todos os dias aprendo coisas novas com ele e ele comigo. É como se fosse um filho, um melhor amigo, alguém com quem posso sempre contar e que pode sempre contar comigo.
    Hoje, dia 8, o Floppy faz três meses e vou fazer uma festa cá em casa. Depois envio fotografias ou coloco no blog dele. Fica aqui o link: http://aventuras-do-floppy.blogspot.com
    Beijinhos * ;)

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  2. Bem, fui morar sozinha e inventei ter um cachorro. Mas moro em apartamento e foi uma decisão impensada e desastrosa, tive que dar ele e sofri muito. Depois de 7 meses, por acaso, procurando informações sobre porquinhos da índia e hamsters pois são menores e dão menos trabalho, fiquei sabendo que existiam mini coelhos e o namoro durou 3 meses. Foi muita pesquisa, muita análise,assistia muitos vídeos do youtube todo santo dia para observar o comportamento deles, as raças etc. Aprendi muito sobre eles, como cuidar,alimentação, doenças, já até reconhecia as raças e sabia as características, tamanho, enfim. Embora já tenha tido coelho, mas era criança e não cuidava direito e era daqueles brancos de olhos vermelhos. Morreu sem eu saber de que, só lembro que foi muito triste, sofri muito e hj eu sei em que errei. Como é importante as pessoas se informarem antes de inventar ter um bichinho!!
    Bem, no dia 15 de janeiro, Tuig chegou em casa. E é o meu bb, ele q manda aqui em casa agora, tive q fazer algumas mudanças, me adaptar completamente à ele. Ele q diz a hora que eu acordo, pois todo dia de manhã arranha a porta do quarto até eu abrir e não me deixa dormir mais, isso quase sempre no mesmo horário. Sou completamente apaixonada por ele, é muito mimo, ele adora quando encho ele de beijos, se derrete todo e eu também!! Rsrsrsrs
    Ele me ajudou muito em sentido emocional, sou outra pessoa depois dele, é incrível! Como sou grata!!
    Como sou feliz por ter ele em minha vida, foi um presente de Deus. Qdo fui escolher o coelhinho, ele era o menozinho da ninhada, e o único siamês, todos os outros eram caramelo e foi o primeiro a vir para minha mão. Me arranhou toda, mas depois se aninhou nos meus braços e não saiu mais. Espero que ele fique muito tempo comigo, a idéia de perdê-lo é insuportável!! Fico muito atenta a ele, qualquer mudança no comportamento eu fico louca de preocupação, se duvidar, nem vou trabalhar! Enfim, essa é a história do meu bebezinho, que já tá ficando um rapazinho (4 meses dia 15/03/09)e sou completamente apaixonada por ele. O amo muito, muito, muito!!!!!!!!!!!!!!

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  3. História do Harry

    Um dia fui com meu namorado comprar medicamento para o meu cachorro em um supermercado animal perto de casa, passando pela área de animais a venda me deparei com um coelhinho pequeno e descabelado que me encantou na hora! Ele era tão diferente dos outros coelhos e tão engraçadinho que me deu vontade de leva-lo, ainda mais quando ele veio em minha direção e ficou me olhando, mesmo não sabendo se era macho ou fêmea o nome já tinha me vindo a mente: Harry! Meu namorado achou que era uma má idéia pois eu não conhecia nada de coelhos, então acabei deixando para lá.

    Na semana seguinte fui levar meu cachorro no veterinário lá para operar, e o coelho descabelado continuava lá, e me olhou nos olhos novamente, mostrei para a minha mãe que também o achou uma graça, então fiquei decidida que o levaria para casa, não pude leva-lo naquele momento pois ainda tinha meu cachorro recém operado para levar para casa, isso era na quarta-feira. Então pesquisei para saber o que era cuidar de um coelho, e foi ai que descobri da existência das raças anãs.

    Na sexta meu namorado concordou em me levar para compra-lo e acabou que a família dele foi conosco, pai, mae, irmao, sobrinha...todo mundo para ver o novo membro da família. Fiquei com medo de que ele não estivesse mais lá, mas aquele peludo descabelado ainda estava, lindinho como sempre e todos também ficaram encantados com o pequeno. Meu namorado perguntou se eu não preferia comprar um mais novo, pois o vendedor informou que aquele deveria ter de 5 a 8 meses já, fiquei um pouco na dúvida, pois queria que ele se acostumasse bem comigo, mas não podia fazer isso com o "Harry" pois pensava que seria mais dificil a loja vende-lo pela idade, e quando descobri que era um macho mesmo, o nome servia perfeitamente, era para ser! O levamos para casa, e ele chegou muito assustado, não queria muito papo, mas com o tempo ele foi se acostumando comigo.

    Fazem apenas 12 dias que ele está em casa, mas já é meu filhote, fica no meu pé me cheirando quando é a hora de brincar, ele é um amorzinho, ainda fica um pouco assustado, e não quer nem pensar em colo, acho que com o tempo mais tempo ele pode acostumar, mas com certeza já conquistou a mamãe =)

    Ah, somos de São Paulo, Brasil!

    Ass: Harry e Natasha

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  4. Na verdade sempre fui (e ainda sou) fanática por cães e ainda hoje sonho ter um. Confesso que nunca me passou pela cabeça ter um coelho até ter conhecido os dois coelhos de uma colega minha (o Chico Francisco e o Cinza Mesclado) que eram ambos encantadores apesar de nenhum deles ser castrado (claro que estavam em gaiolas separadas xD). A partir daí penso que o bchio ficou mas nunca lhe liguei muito porque a teima pelos cães persistia. Vivo actualmente ora em casa dos meus avós que têm boas condições financeiras, ora em casa da minha mãe que apesar de não viver mal tem de gerir sempre o dinheiro que tem porque ganha pouco. Acontece que a minha mãe apoiava-me na ideia de ter um cão mas os meus avós eram contra. Assim sendo, estava posta de parte a ideia de ter um canito porque nunca seria capaz de ter um animal de não tivesse dinheiro para tratar dele. Cerca de um mês atrás porém (não sei o que me deu) comecei a dizer à minha mãe que queria um coelho mas ela dizia sempre que não. Uns dias depois fomos a uma loja de animais comprar comida para os pássaros e peixes e vi na loja 3 coelhos: 2 grandes de pêlo branco e comprido e 1 pequeno de pêlo curto em tons de branco e cinzento, que não sabia se era bebé ou se seria um coelho anão. O coelhinho pequenino captou-me a atenção e simplesmente não conseguia parar de olhar para ele mas nada disse à minha mãe. Recentemente (cerca de 2 semanas atrás) a minha mãe achou no lixo uma gaiola grande e trouxe-a para casa com a intenção de a dar ao dono da loja de animais pois a gaiola estava nova. Quando vi a gaiola nem queria acreditar. Não sou religiosa mas lembro-me de ter pensado que um qualquer deus estava a dar-me uma oportunidade. Ainda assim, nada disse. O coelho era amoroso demais, provavelmente já havia sido vendido. Ainda assim, quando estávamos a chegar à loja não pude evitar correr à frente da minha mãe para chegar à montra antes dela. No entanto, quis o destino que apenas os dois coelhos grandes tivessem sido vendidos. Durante uns segundos fiquei sem reacção. Quando caí na real corri de volta para a minha mãe e disse algo como "Olha mãe o coelhinho pequenino ainda cá está. Porque não o compramos e pô-mos na gaiola em vês de a dar-mos ao homem?". Ela nada disse mas pediu a um conhecido nosso que ficasse do lado de fora da loja a guardar a gaiola para não entrar com ela na loja (qualquer coisa como o homem puder aumentar o preço se pensasse que estávamos demasiado interessadas no animal) e lá fomos. Ela comprou as comidas para todos os animais como habitualmente e aproveitou para ver alguns preços de coisas para coelhos como comidas e rações enquanto esperava que as pessoas que estavam à nossa frente fossem atendidas. Quando ia pagar perguntou casualmente ao homem quanto custava o coelho. Ele disse que eram 42€. 12€ mais caro que o coelho Anão porque era um coelhinho Toy e que pouco mais crescia do que o tamaho que tinha, ficando mais pequeno que um coelho Anão. Não acreditei muito nessa história do coelho Toy mas queria lá saber, queria era leva-lo para casa! Já tinha feito as contas aos gastos e conseguiria pagar a maioria das coisas apenas com a semanada que recebo do meu avô, ainda que isso implicasse que teria de deixar de comprar livros e cd's pois o coelho iria consumir todo o meu dinheiro. Não sei como mas a minha mãe lá acabou por comprar o coelho e tudo o mais que ele precisava. Aos poucos fui-lhe pagando tudo e já não lhe devo nada. Agora temos um pacto. Ela paga as vacinas e eu pago o resto. O coelhinho tem cerca de 3 meses e foi batizado de Leto Usagui. É um coelho traquina, curioso mas asseado e muito manso. Não me arrependo de o ter comprado e espero que viva connosco os próximos 10 anos.

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